top of page

Visagismo: como alinhar rosto, estilo e essência pessoal

Você já percebeu que alguns cortes de cabelo, maquiagens ou acessórios parecem “harmonizar” naturalmente com certas pessoas, enquanto em outras não funcionam? Esse é o campo do visagismo: a arte e a técnica de alinhar a imagem pessoal às características únicas de cada rosto e, principalmente, à identidade de quem o carrega.



visagismo aubry

O que é visagismo e por que vai além da estética

O visagismo não é sobre seguir modismos de beleza. Criado originalmente por Fernand Aubry (1930) e sistematizado em profundidade por Philip Hallawell no Brasil, o visagismo busca compreender como formas, linhas, cores e volumes se relacionam com a personalidade e o estilo de vida da pessoa.

Um corte de cabelo ou um óculos, por exemplo, pode:

  • transmitir mais autoridade ou mais proximidade,

  • destacar suavidade ou reforçar força,

  • criar equilíbrio onde há desarmonia.

Ou seja: cada escolha comunica algo — e o visagismo ajuda a fazer isso de forma intencional e consciente.


A técnica por trás da harmonia

No processo, analisamos elementos como:

  • Formato do rosto e traços faciais (ovais, angulosos, arredondados, proporcionais ou não);

  • Linhas predominantes (retas, curvas, mistas) e seu impacto na percepção;

  • Cores adequadas para cabelo, maquiagem e acessórios, em diálogo com a coloração pessoal (fundamentada em teorias de cor como Johannes Itten e métricas objetivas como CIELAB);

  • Estilo de vida e objetivos pessoais/profissionais, para que o resultado seja prático e sustentável.

Essa abordagem técnica evita escolhas baseadas apenas em intuição ou modismos, garantindo um resultado consistente e autêntico.


O meu diferencial: técnica aliada ao acolhimento

Mais do que ajustar linhas e cores, acredito que o visagismo é uma oportunidade de reconexão. Cada rosto carrega história, marcas do tempo, expressões únicas.

No meu trabalho, uno alto conhecimento técnico (baseado em referências consagradas como Hallawell, Itten e Parsons) com uma postura de acolhimento e respeito.Não há julgamentos nem imposições: existe, sim, um espaço seguro para que cada cliente descubra como valorizar sua singularidade sem abrir mão da própria essência.

Ética e reserva: um processo só seu

Outro ponto essencial é a confidencialidade. Adoto uma postura low profile nas redes sociais: seu processo de consultoria — incluindo a etapa do visagismo — não será exposto publicamente sem consentimento. Isso garante segurança, privacidade e liberdade para experimentar novas possibilidades sem pressões externas.


Conclusão: visagismo como expressão da identidade

O visagismo não cria uma máscara, mas sim uma ponte entre quem você é e como deseja se comunicar.➡️ Mais do que estética, é identidade em equilíbrio: rosto, estilo e essência caminhando juntos.



Referências para aprofundamento

  • Aubry, Fernand. Visagisme (1930).

  • Hallawell, Philip. Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza.

  • Itten, Johannes. The Art of Color.

  • CIE (Commission Internationale de l'Éclairage). Colorimetry – CIE 1976 L*a*b*.

  • Parsons, Alyce. StyleSource: The Power of the Seven Universal Styles.

Comentários


bottom of page